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Academia de Ópera Bidu Sayão

Muitos dos grandes teatros de ópera do mundo recebem cantores em fase de profissionalização através da organização de academias ou estúdios de Ópera a eles vinculados. Tal expediente é utilizado para dar ao jovem profissional o treinamento específico no que diz respeito ao estudo de repertório e tradições interpretativas. Bidu Sayão foi a maior cantora lírica brasileira, cuja carreira internacional a levou aos mais importantes palcos do mundo, com especial destaque para o Metropolitan de Nova York, onde foi uma das mais aclamadas sopranos de sua geração. Ao criar sua Academia de Ópera dando a ela o nome de Bidu Sayão, o Theatro Municipal não só homenageia a grande artista como também a torna uma referência para os jovens cantores líricos brasileiros.

Bidú Sayão

Bidú Sayão


A Academia de Ópera Bidu Sayão do Theatro Municipal do Rio de Janeiro  foi criada em 2015 como espaço formativo para novos artistas líricos brasileiros. Tem por objetivo proporcionar qualificação profissional para cantores, especialmente voltada para o repertório operístico. Isso se dá através do sistema de residência artística de até dois anos de estudos vocais, cênicos e musicais. As atividades desenvolvidas incluem aulas, masterclasses, estudo de repertório, ensaios e concertos, com trabalho focado na expressão musical e dramática. Os alunos participam das produções da temporada do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, assim como de espetáculos especialmente produzidos com finalidades artísticas e pedagógicas, realizados com piano ou orquestra. Seus integrantes são selecionados através de provas anuais.

Eduardo Alvares, foto de Júlia Rónai

Eduardo Alvares, foto de Júlia Rónai

A Academia está sob a coordenação do tenor Eduardo Álvares e conta em seus quadros com profissionais altamente gabaritados do Corpo Artístico do Theatro Municipal, como também com a participação de convidados. A pianista e regente Priscila Bomfim é a maestrina preparadora, o bailarino João Wlamir é o responsável pela preparação e expressão corporal e Bruno Furlanetto, chefe da Divisão de Ópera, pelos estudos de história da ópera.  
 
 
 
 
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