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Ópera

Ópera ‘ORPHÉE’


PROGRAMA_’Ópera ORPHÉE’
 
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PROGRAMA_’Ópera ORPHÉE’ – Projeto ‘Com Quantas Notas se Faz Um Espetáculo’
 
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Ópera ‘Orphée’ estreia na América Latina dia 25, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Obra de Philip Glass, sobre o filme homônimo de Jean Cocteau, é uma parábola da vida do artista

Escrita por um dos mais influentes artistas do fim do século XX, Philip Glass, conhecido por seu estilo minimalista, a ópera “Orphée” foi composta tendo por base o famoso filme homônimo, dirigido por Jean Cocteau em 1950. Glass não só musicou como também escreveu o libreto, tirado diretamente do roteiro cinematográfico, numa versão fiel ao desenrolar do filme “Orphée”.

Dessa adaptação para os palcos, em dois atos e 18 cenas, surgiu uma obra singular, que captou das telas o clima onírico e surrealista de Cocteau. Na versão de Glass, que estreou em 1993 no American Repertory Theatre, em Massachusetts (EUA), o mito grego de Orfeu é usado para contar a parábola da vida de um artista e do poder da arte. Orphée é um poeta hostilizado e mal compreendido: apesar do talento e sucesso, é ridicularizado por seus pares, rejeição que nele provoca um isolamento devastador. Depois que recupera sua força emocional, Orphée se sente capaz de superar as dificuldades da vida cotidiana e se liberta para ser o poeta que sempre quis.

Como no filme de Jean Cocteau, o Orphée da ópera de Glass busca sua mulher no mundo dos mortos e retorna com ela para a vida de antes: o amor triunfa e o casal permanece junto, sem nenhuma lembrança do tempo incomum que vivenciaram naquele misterioso reino que separa os dois mundos, os dos mortos e dos vivos.

Primeira ópera da Trilogia Cocteau, “Orphée” teve sua première europeia em Londres, em 2005, no teatro Linbury da Royal Opera House. Em 2007, foi encenada no Linz State Theatre, na Áustria; ainda no mesmo ano, no Glimmerglass Festival, em Otsego Lake, nos EUA. Desse ano em diante, todas as montagens foram nos EUA. Em 2009, na Portland Opera, no estado do Óregon; em 2011, no Herbst Theatre , em San Francisco; e, no ano seguinte, no Centro de Artes de Fairfax, na Virgínia.

Esta montagem carioca, em sua estreia na América Latina, com cinco récitas programadas, tem o Patrocínio Ouro da Petrobras. A direção-geral é de Felipe Hirsch, direção de arte de Daniela Thomas e Felipe Tassara e iluminação de Beto Bruel. O barítono Leonardo Neiva interpretará o papel-título, acompanhado de grande elenco, solistas e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. A direção musical e regência são de Priscila Bomfim.

Segundo o diretor artístico André Heller-Lopes, “o Rio de Janeiro tem, historicamente, a tradição de ser o palco da estreia latino-americana de muitos títulos importantes; basta lembrar que fomos a terceira cidade do mundo a ouvir a ópera ‘Ernani’, de Verdi.  Ao encenar pela primeira vez na América Latina uma obra tão hipnotizante como o ‘Orphée’, de Glass, o Theatro Municipal reafirma seu lugar de protagonismo em primeiras audições nacionais, como foi ao longo de todos seus 110 anos de história. Depois dos heróis de Côndor, Hoffmann e Fausto, é a ópera do nosso tempo que solta sua voz através do mito de Orfeu”. 

“Orphée” também contará com a participação especial de artistas do Ballet do Theatro Municipal, numa linguagem dança-teatro, na qual os bailarinos fazem um contraponto dramatúrgico aos principais personagens da ópera – dentre eles sete bailarinos veteranos, que emprestam a maturidade de seus corpos e de sua arte à narrativa dramática, numa iniciativa do TMRJ de desafio de limites e de inclusão. A primeira solista do Ballet do Theatro Municipal Priscila Albuquerque e Bruno Fernandes fazem a direção de movimento desse elenco, que conta com nomes de referência do balé nacional como Áurea Hammerli e Francisco Timbó.


Elenco

Orphée – Leonardo Neiva
Princesa – Carla Caramujo
Euridice – Ludmilla Bauerfeldt
Heurtebise – Giovanni Tristacci
Cégeste – Geilson Santos *
Aglaonice – Lara Cavalcanti *
Juiz/Poeta – Murilo Neves
Reporter/Glazier – Ivan Jorgensen*
Comissário/Policial – Patrick Oliveira *

(*solistas do TMRJ) 

 

Orquestra Sinfônica do TMRJ 

Direção musical e Regência – Priscila Bomfim 

Direção Geral – Felipe Hirsch 

Direção de Arte – Daniela Thomas e Felipe Tassara

Iluminação – Beto Bruel
Figurinos – Marcelo Pies 

Participação especial do Ballet do Theatro Municipal, com direção de movimento da primeira solista Priscila Albuquerque

OUT 25, sexta - 20h00/OUT 26, sábado - 20h00/OUT 27, domingo - 17h00/OUT 29, terça - 20h00 e OUT 31, quinta - 20h00


 

Preços

Frisas e camarotes – R$ 600,00
Plateia e balcão nobre – R$ 100,00
Balcão superior – R$ 70,00
Balcão superior lateral – R$40,00 
Galeria – R$40,00
Galeria lateral – R$ 20,00

Meia-entrada para estudantes, idosos e menor de 21 anos
10% de desconto para funcionários públicos Federais e Estaduais
DESCONTO VISITA GUIADA ( apenas Platéia, Balcão Nobre e Superior): O valor pago na visita guiada será aplicado na compra do ingresso.
Desconto Petrobras – 20% na compra de até dois ingressos para membros da força de trabalho Petrobras
20% para Usuários do Catão GIRO do METRORIO 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
Lotação – 2.226 lugares
Duração total – 2:30 horas

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com.br

Classificação etária: Livre

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM, Ingresso Rápido, Camões Instituto da Cooperação e da língua e Consulado Geral de Portugal.

Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal

Instagram: @theatromunipalrj

Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/


ATENÇÃO: Espetáculo com luzes estroboscópicas que podem afetar espectadores suscetíveis a distúrbios causados pela sensibilidade à luz.

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro

 “Alertamos que, nos dias de espetáculos, é proibida a entrada no Theatro usando bermuda e/ou chinelos.”